Departamento de Educação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Mestrado
Docente: João Pedro Mendes da Ponte

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Bibliografia fundamental

I - A natureza da Matemática
II - Currículo, Desenvolvimento Curricular, Papel do Professor na Gestão Curricular (geral)
III - Currículo de Matemática
IV - Resolução de problemas e investigações no ensino da Matemática
Geral
Geometria
Números
Álgebra e funções
Estatística

V -  Matemática e novas tecnologias
VI -  Tarefas, sua estrutura e articulação
VII -  Dinâmica da aula de Matemática
VIII -  Avaliação dos alunos
IX - Formação inicial de professores
X - Formação contínua e desenvolvimento profissional
XI - Formação de professores e TIC
XII - Concepções e conhecimento, conhecimento profissional dos professores
XIII - Reflexão
XIV - Colaboração
X
V - Investigação sobre a nossa própria prática
XVI - A Didáctica da Matemática como área do saber
XVII - Abordagens, metodologias e técnicas de investigação

 

I - A natureza da Matemática

Almeida, P. (1994). Imaginar para aprender: O caso da Matemática. NOESIS, 29-32.  (doc word)

Davis, P., & Hersh, R. (1995). A experiência matemática. Lisboa: Gradiva. (livrarias)

Garnica, A. V. M. (1999). Filosofia da educação matemática: Algumas ressignificações e uma proposta de pesquisa. In M. A. Bicudo (Ed.), Pesquisa em educação matemática: Concepções e perspectivas (pp. 59-74). São Paulo: Editora UNESP. (xxxx)

Garnica, A. V. M. (2001). É necessário ser preciso? É preciso ser exacto? “Um estudo sobre a argumentação matemática” ou “Uma investigação sobre a possibilidade de investigação”. In H. N. Cury (Ed.), Formação de professores de matemática: Uma visão multifacetada (pp. 29-48). Porto Alegre: Artes Médicas. (ficheiro pdf)

Garnica, A. V. M. (2002). As demonstrações em educação matemática: Um ensaio. BOLEMA, 18, 91-99. (ficheiro pdf)

Mason, J. (1996). O quê, o porquê e o como em Matemática. In P. Abrantes, L. C. Leal, & J. P. Ponte (Eds.), Investigar para aprender matemática (pp. 15-24). Lisboa: APM.  (site IA)

Oliveira, H. (2002). Raciocínio plausível em matemática. Com um extrato de Pólya, G. (1954). Mathematics and plausible reasoning. Princeton: Princeton University Press. (versão electrónica pdf)

Pavelle, R., Rothstein, M., & Fitch, J. (1991). Álgebra por computador. In J. P. Ponte (Org.), O computador na educação matemática (pp. 11-27). Lisboa: APM. (ficheiro pdf)  (APM)

Poincaré, H. (1996). A invenção matemática. In P. Abrantes, L. C. Leal, & J. P. Ponte (Orgs.), Investigar para aprender matemática (pp. 7-14). Lisboa: Projecto MPT e APM. (ficheiro pdf)

Ponte, J. P. (2001). A comunidade matemática e as suas práticas de investigação. Documento disponível na web. (ficheiro pfd)

Ponte, J. P., Boavida, A., Graça, M., & Abrantes, P. (1997). Didáctica da matemática. Lisboa: DES do ME. (cap. 2)

Ponte, J. P., & Canavarro, P. (1997). Matemática e novas tecnologias. Lisboa: Universidade Aberta. (cap. 3)  (cap. 4)

II - Currículo, Desenvolvimento Curricular, Papel do Professor na Gestão Curricular (geral)

Canavarro, A. P., Santos, L., & Ponte, J. P. (2000). O currículo na prática lectiva: Dois estudos de caso, Actas do SIEM XI . Lisboa: APM.  (site JP)

Clandinin, D. J., & Connelly, F. M. (1992). Teacher as curriculum maker. In P. W. Jackson (Ed.), Handbook of research on curriculum (pp. 363-401). New York: MacMillan.   (CIE) 

Clarke, B., Clarke, D., & Sullivan, P. (1996). The mathematics teacher and curriculum development. In A. J. Bishop, K. Clements, C. Keitel, J. Kilparick, & C. Laborde (Eds.), International handbook of mathematics education (pp. 1207-1233). Dordrecht: Kluwer.  (CIE) 

Cochran-Smith, M., & Lytle, S. L. (1999). Relationship of knowledge and practice: Teacher learning in the communities. Review of Research in Education, 24, 249-305.  (CIE)

Fernandes, M. (2000). Mudança e inovação na pós-modernidade: Perspectivas curriculares. Porto: Porto Editora. (Porto Editora)

Gimeno-Sacristán, J. (1989). El curriculum: Una reflexión sobre la pratica. Madrid: Morata.

Gimeno-Sacristán, J., & Pérez Gómez, A. I. (2000). Compreender e transformar o ensino (4ª ed.). Porto Alegre: Artes Médicas.

Gimeno-Sacristán, J. (1991). Consciência e acção sobre a prática como libertação profissional dos professores. In A. Nóvoa (Ed.), Profissão professor (pp. 61-92). Porto: Porto-Editora.   (Porto Editora)

Heaton, R. (2000). Teaching mathematics to the new standards. New York: Teachers College Press.

Pacheco, J. A. (1996). Currículo: Teoria e praxis. Porto: Porto Editora. (Porto Editora)

Ponte, J. P. (2005). Gestão curricular em Matemática. In GTI (Ed.), O professor e o desenvolvimento curricular (pp. 11-34). Lisboa: APM.  (ficheiro word)

Ponte, J. P., Matos, J. M., & Abrantes, P. (1998). Investigação em educação matemática: Implicações curriculares. Lisboa: IIE. (site JP)

Roldão, M. C. (1999). Gestão curricular: Fundamentos e práticas. Lisboa: Ministério da Educação, Departamento de Educação Básica. (DEB)

Roldão, M. C. (1999). Os professores e a gestão do currículo. Porto: Porto Editora. (Porto Editora)

Roldão, M. C. (2003). O lugar das competências no currículo -- ou o currículo como lugar das competências? In  Actas do ProfMat 2003 (pp. 41-48). Lisboa: APM.  (APM)

Tinto, P. P., Shelly, B. A., & Zarach, N. J. (1994). Classroom research and classroon practice: Blurring the bundaries. The Mathematics Teacher, 87(8), 644-648.

III - Currículo de Matemática

APM (1988). A renovação do currículo de matemática. Lisboa: APM. (ficheiro pdf parcial)  (APM)

APM (1998). Matemática 2001: Diagnóstico e recomendações para o ensino e aprendizagem da Matemática. Lisboa: APM.  (APM)

ME-DEB (2002). Currículo nacional do ensino básico: Competências essenciais. Lisboa: Ministério da Educação, Departamento de Educação Básica.  (DEB)

MEC-SEF (1998). Parâmetros curriculares nacionais (5ª a 8ª séries). Brasília: Ministério da Educação e Ciência, Secretaria de Educação Fundamental. www.mec.gov.br/sef/pcn5a8.shtm

NCTM (2000). Principles and standards for school mathematics. Reston: NCTM.

Ponte, J. P., Boavida, A., Graça, M., & Abrantes, P. (1997). Didáctica da matemática. Lisboa: DES do ME. (Cap. 3-versão electrónica)

Ponte, J. P., Matos, J. M., & Abrantes, P. (1998). Investigação em educação matemática: Implicações curriculares. Lisboa: IIE. (Cap 1-2-versão electrónica)

Ruiz, A. R. (2001). Matemática, matemática escolar e o nosso quotidiano. Teoria e Prática da Educação, 4(8), 125-138. (versão electrónica)

Skovsmose, O. (1995). Competência democrática e conhecimento reflexivo em matemática. In J. F. Matos, I. Amorim, S. Carreira, G. Mota, & M. Santos (Orgs). Matemática e realidade: Que papel na educação e no currículo? (pp. 137-169). Lisboa: SEM-SPCE. (ficheiro pdf)

IV - Resolução de problemas e investigações no ensino da Matemática

Geral

Fonseca, H., Brunheira, L., & Ponte, J. P. (1999). As actividades de investigação, o professor e a aula de matemática, Actas do ProfMat 99 (pp. 91-101). Lisboa: APM. (ficheiro pdf)    (APM)

Goldenberg, E. P. (1999). Quatro funções da investigação na aula de matemática. In P. Abrantes, J. P. Ponte, H. Fonseca, L. Brunheira (Eds.), Investigações matemáticas na aula e no currículo. Lisboa: Projecto MPT e APM.  (ficheiro pdf)

Lester, F. (1994). O que aconteceu à investigação em resolução de problemas de Matemática? A situação nos Estados Unidos. In D. Fernandes, A. Borralho, & G. Amaro (Eds.), Resolução de problemas: Processos cognitivos, concepções de professores e desenvolvimento curricular (pp. 13-34). Lisboa: IIE. (ficheiro pdf)

Pólya, G. (1945/1977). A arte de resolver problemas (How to solve it). Rio de Janeiro: Interciência. (ficheiro pdf)

Ponte, J. P. (2003). Investigação sobre investigações matemáticas em Portugal. Investigar em Educação, 2, 93-169. (ficheiro pdf)

Ponte, J. P., Boavida, A., Graça, M., & Abrantes, P. (1997). Didáctica da matemática. Lisboa: DES do ME. (cap 3)

Ponte, J. P., Brocardo, J. & Oliveira, H. (2003). xxxx (download cap X).

Ponte, J. P., Ferreira, C., Brunheira, L. Oliveira, H., Varandas, J. M. (1998). Investigando as aulas de investigação matemática. In P. Abrantes, J. P. Ponte, H. Fonseca, & L. Brunheira (Eds.), Investigações matemáticas na aula e no currículo (pp. 133-152). Lisboa: APM e Projecto MPT. (site IA)   (site JP)

Ponte, J. P., Oliveira, H., Brunheira, L., Varandas, J. M., & Ferreira, C. (1998). O trabalho do professor numa aula de investigação matemática. Quadrante, 7(2), 41-70. (ficheiro  word)

Ponte, J. P., & Serrazina, L. (2000). Didáctica da matemática para o 1º ciclo do ensino básico. Lisboa: Universidade Aberta. (cap 6)

Porfírio, J., & Oliveira, H. (1999). Uma reflexão em torno das tarefas de investigação. In P. Abrantes, J. P. Ponte, H. Fonseca, & L. Brunheira (Eds.), Investigações matemáticas na aula e no currículo (pp. 111-118). Lisboa: APM e Projecto MPT. (ficheiro pdf)

Schoenfeld, A. (1996). Porquê toda esta agitação acerca da resolução de problemas? In P. Abrantes, L. C. Leal, & J. P. Ponte (Eds.), Investigar para aprender matemática (pp. 61-72). Lisboa: APM e Projecto MPT. (ficheiro word)

Segurado, I., & Ponte, J. P. (1998). Concepções sobre a matemática e trabalho investigativo. Quadrante, 7(2), 5-40.  (ficheiro pdf)

Silva, A., Veloso, E., Porfírio, J., & Abrantes, P. (1999). O currículo de matemática e as actividades de investigação. In P. Abrantes, J. P. Ponte, H. Fonseca, & L. Brunheira (Eds.), Investigações matemáticas na aula e no currículo (pp. 69-88). Lisboa: APM e Projecto MPT. (site IA)

Skovsmose, O. (2000). Cenários para investigação. Bolema, 14, 66-91.  (ficheiro pdf)

Stanic, G. M., & Kilpatrick, J. (1989). Historical perspectives on problem solving in the mathematics curriculum. In R. I. Charles & E. A. Silver (Eds.), The teaching and assessing of mathematical problem solving. Reston, VA: NCTM e Lawrence Erlbaum. (ficheiro pdf)

Yackel, E., & Cobb, P. (1996). Normas sociomatemáticas, argumentação e autonomia em matemática (tradução). Jounal for Research in Mathematics Education, 27(4), 458-477. (ficheiro pdf)

Geometria

Abrantes, P. (1999). Investigações em geometria na sala de aula. In P. Abrantes, J. P. Ponte, H. Fonseca, & L. Brunheira (Eds.), Investigações matemáticas na aula e no currículo (pp. 153-168). Lisboa: APM e Projecto MPT. (site IA)

Fonseca, H., & Abrantes, P. (1999). Investigações em geometria realizadas pelos alunos. In P. Abrantes, J. P. Ponte, H. Fonseca, & L. Brunheira (Eds.), Investigações matemáticas na aula e no currículo (pp. 183-189). Lisboa: APM e Projecto MPT. (site IA)

Porfírio, J., & Abrantes, P. (1999). Professores, investigação e inovação curricular em matemática. In P. Abrantes & J. P. Ponte & H. Fonseca & L. Brunheira (Eds.), Investigações matemáticas na aula e no currículo (pp. 215-226). Lisboa: APM e Projecto MPT. (site IA)

Números

Oliveira, H., Segurado, I., & Ponte, J. P. (1999). Tarefas de investigação em matemática: Histórias da sala de aula. In P. Abrantes, J. P. Ponte, H. Fonseca, & L. Brunheira (Eds.), Investigações matemáticas na aula e no currículo (pp. 189-206). Lisboa: APM e Projecto MPT. (site JP)

Ponte, J. P., Ferreira, C., Brunheira, L., Oliveira, H., & Varandas, J. (1999). Investigando as aulas de investigações matemáticas. In P. Abrantes, J. P. Ponte, H. Fonseca, & L. Brunheira (Eds.), Investigações matemáticas na aula e no currículo (pp. 133-153). Lisboa: APM e Projecto MPT. (site IA)    (site JP)

Ralston, A. (1999). Fim à aritmética de papel e lápis. Educação e Matemática, Nº 58, pp. 13-15 e Nº 59, pp. 36-41. (versão electrónica)

Segurado, I., & Ponte, J. P. (1998). Concepções sobre a matemática e trabalho investigativo. Quadrante, 7(2), 5-40. (versão electrónica)

Álgebra e funções

Lesh, R., Post, T., Behr, M. (). Raciocínio Proporcional. Tradução de: Lesh, R., Post, T., & Behr, M. (1988). Proportinal reasoning. In J. Hiebert & M. Behr (Eds.) Number Concepts and Operations in the Middle Grades (pp. 93-118). Reston, VA: Lawrence Erlbaum & National Council of Teachers of Mathematics. (Retirado da Web)  (ficheiro pdf)

Modanez, L. (1996). Das seqüências de padrões geométricos à introdução ao pensamento algébrico (Tese de mestrado,  PUC/SP, São Paulo).  (ficheiro pdf)

NCTM (doc pdf)

Rocha, H. (1996). Investigando com a calculadora gráfica. In P. Abrantes, L. C. Leal, & J. P. Ponte (Eds.), Investigar para aprender matemática (pp. 183-191). Lisboa: APM. (site IA)

Rocha, H. (2001). Calculadoras gráficas: Que utilização? In I. Lopes e C. Costa (org), Actas do XII SIEM. Lisboa: APM. (versão electrónica)

Estatística

Canavarro, A. P. (2000). Estatística e calculadoras gráficas. In C. Loureiro, F. Oliveira, L. Brunheira (Eds.), Ensino e Aprendizagem da Estatística (pp. 159-167). Lisboa: Sociedade Portuguesa de Estatística e Associação dos Professores de Matemática. (ficheiro pdf)

Heaton, R. M., & Mickelson, W. T. (2002). The learning and teaching of statistical investigation in teaching and teacher education. Journal of Mathematics Teacher Education, 5(1), 35-59.   (CIE) 

Pereira, C., & Sabugueiro, S. (2000). Os alunos também fazem estatística(s). In C. Loureiro, F. Oliveira, & L. Brunheira (Eds.), Ensino e aprendizagem da estatística (pp. 238-244). Lisboa: Sociedade Portuguesa de Estatística e Associação dos Professores de Matemática. (ficheiro pdf) 

V -  Matemática e novas tecnologias

Pavelle, R., Rothstein, M., & Fitch, J. (1991). Álgebra por computador. In J. P. Ponte (Org.), O computador na educação matemática (pp. 11-27). Lisboa: APM. (ficheiro word)

Ponte, J. P. (1995). Novas tecnologias na aula de Matemática. Educação e Matemática, 34, 2-7. 

Ponte, J. P., & Canavarro, P. (1997). Matemática e novas tecnologias. Lisboa: Universidade Aberta. (Cap. 3)  (Cap. 4) (Universidade Aberta)

VI -  Tarefas, sua estrutura e articulação

Brooks, K., & Suydam, M. (1993). Planning and organizing curriculum. In P. S. Wilson (Ed.), Research ideas for the classroom: High school mathematics (pp. 232-244). Reston: NCTM.

Christiansen, B., & Walther, G. (1986). Task and activity. In B. Christiansen, A. G. Howson & M. Otte (Eds.), Perspectives on mathematics education (pp. 243-307). Dordrecht: D. Reidel. (ficheiro pdf)

Gimeno-Sacristán, J. (1989). El curriculum: Una reflexión sobre la pratica. Madrid: Morata.

NCTM (1994). Normas profissionais para o ensino da matemática Lisboa: IIE e APM.  (APM)

Skovsmose, O. (2000). Cenários para investigação. Bolema, 14, 66-91. (ficheiro pdf)

Smith, M. S., & Stein, M. K. (1998). Selecting and creating mathematical tasks: From research to practice. Mathematics Teaching in the Middle School, 3(5), 344-350.

Stein, M. K., & Smith, M. S. (1998). Tarefas matemáticas como um quadro para reflexão: Da investigação à prática [traduzido de Mathematics Teaching in the Middle School, 3(4), 268-275]. (doc pdf)

VII -  Dinâmica da aula de Matemática e Comunicação

Bishop, A., & Goffree, F. (1986). Classroom organization and dynamics. In B. Christiansen & A. G. Howson & M. Otte (Eds.), Perspectives on mathematics education (pp. 309-365). Dordrecht: D. Reidel. (versão electrónica)

Frykholm, J. A., & Brendefur, J. (2000). Promoting mathematical communication in the classroom: Two preservice teachers' conceptions and practices. Journal of Mathematics Teacher Education, 3(2), 125-153.

Lampert, M., Cobb, P. (2003). Communication and language. In Jeremy Kilpatrick, W. Gary Martin, & Deborah Schifter  (Eds.), A Research Companion to Principles and Standards for School Mathematics. Reston Va: NCTM, 237-249.

Menezes, L. (2005). Desenvolvimento da comunicação matemática em professores do 1.º ciclo no contexto de um projecto de investigação colaborativa. In J. Brocardo, F. Mendes, & A. M. Boavida (Eds.), Actas do XVI Seminário de Investigação em Educação Matemática (pp. 349-364). Setúbal: APM.

Perrenoud, P. (1995). Ofício de aluno e sentido do trabalho escolar. Porto: Porto Editora.

Ponte, J. P., Boavida, A., Graça, M., & Abrantes, P. (1997). Didáctica da matemática. Lisboa: DES do ME. (Cap. 4-versão electrónica)

Ponte, J. P., & Serrazina, L. (2000). Didáctica da matemática para o 1º ciclo do ensino básico. Lisboa: Universidade Aberta. (Cap 6-versão electrónica)

Sagan, C. (1985). O estudo de p (Extracto de Contacto, pp. 15-17). Lisboa: Gradiva.  (ficheiro pdf)

Sierpinska, A. (1998). Three Epistomologies, the views of classroom communication: constructivism, sociocultural approaches, interactionism. In M.G. Bartolini Bussi,A. Sierpinska and H. Steinbring, (Eds.) Language and Communication in the Mathematics Classroom.

Yackel, E., & Cobb, P. (1996). Normas sociomatemáticas, argumentação e autonomia em matemática (tradução). Jounal for Research in Mathematics Education, 27(4), 458-477. (ficheiro pdf) 

Wood, T (1996). Teaching create discussion as mathematical argumentation. In ???? (Eds.). Proceedings of the 20th Conference of the International Group for the Psychology of Mathematics Education. 4, 427-433. Valencia: Spain.

Wood, T (1998). Teaching create discussion as mathematical argumentation. In Alwyn Oliver & ??? (Eds.). Proceedings of the 22nd Conference of the International Group for the Psychology of Mathematics Education. 4, 193-201. Stellenbosch:South Africa

VIII -  Avaliação dos alunos

Kraemer, J.-M. (2005). Challenges of assessment today. In L. Santos, A. P. Canavarro, & J. Brocardo (Eds.), Educação matemática: Caminhos e encruzilhadas (pp. 231-246). Lisboa: APM.  (CIE) + (APM)

Ponte, J. P., Boavida, A., Graça, M., & Abrantes, P. (1997). Didáctica da matemática. Lisboa: DES do ME. (Cap. 4-versão electrónica)

Ponte, J. P., & Serrazina, L. (2000). Didáctica da Matemática para o 1º ciclo do ensino básico. Lisboa: Universidade Aberta. (Cap 11-versão electrónica)

NCTM (1999). Normas para a avaliação em matemática escolar. Lisboa: APM.  (APM)

Santos, L. (2005). A avaliação das aprendizagens em Matemática: Um olhar sobre o seu percurso. In L. Santos, A. P. Canavarro, & J. Brocardo (Eds.), Educação matemática: Caminhos e encruzilhadas (pp. 169-187). Lisboa: APM. (CIE) + (APM)

IX - Formação inicial de professores

Alarcão, I., Freitas, C. V., Ponte, J. P., Alarcão, J., & Tavares, M. J. F. (1997). A formação de professores no Portugal de hoje (Documento de um grupo de trabalho do CRUP). (site JP)

Comiti, C., & Ball, D. L. (1996). Preparing teachers to teach mathematics: A comparative perspective. In K. C. A. J. Bishop, C. Keitel, J. Kilpatrick, C. Laborde (Ed.), International handbook of mathematics education (pp. 1123-1151). Dordrecht: Kluwer.  (CIE)

Ponte, J. P. (2002). A vertente profissional da formação inicial de professores de matemática. Educação Matemática em Revista, 11A, 3-8.  (site JP)

Ponte, J. P., & Brunheira, L. (2001). Analysing practice in preservice mathematics teacher education. Journal of Mathematics Teacher Development, 3, 16-27.  (site JP)

Ponte, J. P., Fialho, G., Marques, A. P., Marçal, M., Lemos, F., Rocheta, I., Esteves, M., & Estrela, T. (2000). A formação inicial de professores na Universidade de Lisboa.  (site JP)

Ponte, J. P., Galvão, C., Trigo-Santos, F., & Oliveira, H. (2001). O início da carreira profissional de professores de matemática e ciências. Revista de Educação, 10(1), 31-45.  (site JP)

Ponte, J. P., Januário, C., Ferreira, I. C., & Cruz, I. (2000). Por uma formação inicial de professores de qualidade.  (site JP)

Ponte, J. P., & Oliveira, H. (2002). Remar contra a maré: A construção do conhecimento e da identidade profissional na formação inicial. Revista de Educação.  (site JP)

X - Formação contínua e desenvolvimento profissional

Guskey, T. R., & Huberman, M. (Eds.). (1995). Professional development in education: New paradigms and practices. New York: Teachers College Press(CIE) 

Huberman, M. (1991). O ciclo de vida profissional dos professores. In A. Nóvoa (Ed.), Vidas de professores. Porto: Porto Editora.  (Porto Editora)

Lesne, M. (1984). Trabalho pedagógico e formação de adultos (Helena Domingos, do original em francês de 1977, Trans.). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.

Nóvoa, A. (1991). Diz-me como ensinas, dir-te-ei quem és: E vice-versa. In  Actas do ProfMat 2003. Lisboa: APM.   (APM)

Nóvoa, A. (Ed.). (1991). Profissão professor. Porto: Porto Editora.  (Porto Editora)

Nóvoa, A. (Ed.). (1991). Vidas de professores. Porto: Porto Editora.  (Porto Editora)

Nóvoa, A. (1992). Os professores e a sua formação. Lisboa: D. Quixote.  (CIE)  (livrarias)

Ponte, J. P. (1998). Da formação ao desenvolvimento profissional, Actas do ProfMat 98 (pp. 27-44). Lisboa: APM.  (site JP)   APM

Zaslavsky, O., Chapman, O., & Leikin, R. (2003). Professional development of mathematics educators: Trends and tasks. In A. J. Bishop, M. A. Clements, C. Keitel, J. Kilpatrick, & F. K. S. Leung (Eds.), Second international handbook of mathematics education (pp. 877-917). Dordrecht: Kluwer.  (CIE)

XI - Formação de professores e TIC

Ponte, J. P. (2000). Tecnologias de informação e comunicação na formação de professores: Que desafios? Revista Ibero-Americana de Educación, 24, 63-90.  (site JP)

Ponte, J. P. (2002). As TIC no início da escolaridade. In J. P. Ponte (Ed.), A formação para a integração das TIC na educação pré-escolar e no 1º ciclo do ensino básico (pp. 19-26). Porto: Porto Editora. (site JP)

Ponte, J. P., & Oliveira, H. (2001). Comunidades virtuais no ensino, na aprendizagem e na formação. In D. Moreira, C. Lopes, I. Oliveira, J. M. Matos, & L. Vicente (Eds.), Matemática e comunidades: A diversidade social no ensino-aprendizagem da matemática (pp. 65-70). Lisboa: SEM-SPCE e IIE.  (site JP)

Ponte, J. P., Oliveira, H., & Varandas, J. M. (2002). Development of pre-service mathematics teachers’ professional knowledge and identity in working with information and communication technology. Journal of Mathematics Teacher Education, 5(2), 93-115.  (site JP)

Ponte, J. P., & Serrazina, L. (1998). As novas tecnologias na formação inicial de professores. Lisboa: DAPP do ME.

Ribeiro, M. J. B., & Ponte, J. P. (2000). A formação em novas tecnologias e as concepções e práticas dos professores. Quadrante(site JP)

XII - Concepções e conhecimento, conhecimento profissional dos professores

Ponte, J. P. (1992). Concepções dos professores de Matemática e processos de formação, Educação Matemática: Temas de Investigação (pp. 185-239). Lisboa: IIE.  (site JP)

Ponte, J. P. (1994). Mathematics teachers' professional knowledge. In J. P. Ponte & J. F. Matos (Eds.), Proceedings PME XVIII (Vol. I, pp. 195-210). Lisboa, Portugal.  (site JP)

Ponte, J. P. (1995). Saberes profissionais, renovação curricular e prática lectiva. In L. Blanco & V. Mellado (Eds.), La formación del profesorado de ciencias y matemática en España y Portugal (pp. 187-202). Badajoz: Universidad de Extremadura.  (site JP)

Ponte, J. P. (1999). Didácticas específicas e construção do conhecimento profissional. In J. Tavares, A. Pereira, A. P. Pedro, & H. A. Sá (Eds.), Investigar e formar em educação: Actas do IV Congresso da SPCE (pp. 59-72). Porto: SPCE.  (site JP)

Ponte, J. P. (1999). Teachers’ beliefs and conceptions as a fundamental topic in teacher education. In K. Krainer & F. Goffree (Eds.), On research in teacher education: From a study of teaching practices to issues in teacher education (pp. 43-50). Osnabrück: Forschungsintitut für Mathematikdidaktik.  (site JP)

Ponte, J. P., & Santos, L. (1998). Práticas lectivas num contexto de reforma curricular. Quadrante, 7(1), 3-33.  (site JP)

Santos, L., & Ponte, J. P. (2002). A prática lectiva como actividade de resolução de problemas: Um estudo com três professoras do ensino secundário. Quadrante, 11(2), 29-54.  (site JP)

Saraiva, M., & Ponte, J. P. (2003). O trabalho colaborativo e o desenvolvimento profissional do professor de Matemática. Quadrante, 12(1).   (site JP)

XIII - Reflexão

Alarcão, I. (1996). Ser professor reflexivo. In I. Alarcão (Ed.), Formação reflexiva de professores: Estratégias de supervisão (pp. 171-198). Porto: Porto Editora.  (Porto Editora)

Oliveira, I., & Serrazina, L. (2002). A reflexão e o professor como investigador. In GTI (Ed.), Reflectir e investigar sobre a prática profissional (pp. 30-42). Lisboa: APM.  (CIE)  (APM)

Schön, D. (1992). Formar professores como profissionais reflexivos. In A. Nóvoa (Ed.), Os Professores e a sua Formação (pp. 79-91). Lisboa: D. Quixote.

Zeichner, K. (1993). A formação reflexiva de professores: Ideias e práticas . Lisboa: Educa.  (livrarias)

XIV - Colaboração

Boavida, A. M., & Ponte, J. P. (2002). Investigação colaborativa: Potencialidades e problemas. In GTI (Ed.), Reflectir e investigar sobre a prática profissional (pp. 43-55). Lisboa: APM. (doc word)  (doc pdf)

Hargreaves, A. (1998). Os professores em tempos de mudança: O trabalho e a cultura dos professores na idade pós-moderna. Lisboa: McGraw Hill.  (CIE)  (livrarias)

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XV - Investigação sobre a nossa própria prática

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XVI - A Didáctica da Matemática como área do saber

Azcárate

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Garuti-Iaderosa

Godiño, J. D. (1993). Paradigmas, problemas y metodologias en didactica de la matematica. Quadrante, 2(1), 9-22.  (ficheiro word)

Gonzalez

Guimarães, H. (2000).  Investigação em educação matemática: O que é, e que critérios para a sua apreciação. In J. P. Ponte & L. Serrazina (Eds.), Educação matemática em Portugal, Espanha e Itália (pp. 275-279). Lisboa: SEM da SPCE. (ficheiro word)

Kilpatrick, J. (1999). Investigação em educação matemática e desenvolvimento curricular em Portugal: 1986-1996. In M. V. Pires & etc (Eds.), Caminhos para a educação matemática (pp. 9-25). Lisboa: SEM-SPCE. (ficheiro word)

Ponte, J. P. (1993). A educação matemática em Portugal: Os primeiros passos de uma comunidade de investigação. Quadrante, 2(2), 95-126. (ficheiro word)

Ponte, J. P. (2000). A investigação em didáctica da matemática pode ser (mais) relevante? In J. P. Ponte & L. Serrazina (Eds.), Educação matemática em Portugal, Espanha e Itália (pp. 327-336). Lisboa: SEM da SPCE. (ficheiro word)

Ponte, J. P., Matos, J. M., & Abrantes, P. (1998). Investigação em educação matemática: Implicações curriculares. Lisboa: IIE. (Índice)  (Cap 1-2)  (Cap 3)  (Cap 4(Cap 5)  (Notas-Referências)

Rico

Sierpinska, A., & Kilpatrick, J. (1998). Continuing the search. In A. Sierpinska & J. Kilpatrick (Eds.), Mathematics education as a research domain: A search for identity (Vol. 2, pp. 527-548). Dordrecht: Kluwer.  (ficheiro  pdf)

Zan

XVII - Abordagens, metodologias e técnicas de investigação

Bardin, L. (1979). Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70. (livrarias)

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Lessard-Hébert, M. (1996). Pesquisa em educação. Lisboa: Instituto Piaget. (livrarias)

Lessard-Hébert, M., Goyette, G., & Boutin, G. (1994). Investigação qualitativa: Fundamentos e práticas. Lisboa: Instituto Piaget. (livrarias)

Ludke, M., & André, M. E. D. A. (1986). Pesquisa em educação: Abordagens qualitativas. São Paulo: EPU.

Poirier, J., Clapier-Valladon, S., & Raybaut, P. (1995). Histórias de vida: Teoria e prática. Oeiras: Celta.  (livrarias)

Ponte, J. P. (1994). O estudo de caso na investigação em educação matemática. Quadrante, 3(1), 3-18. (doc pdf)   (site JP)

Yin, R. (1989). Case study research: Design and methods. Newbury Park: Sage.

Zabalza, M. A. (1994). Diários de aula. Porto: Porto Editora. (Porto Editora)

 

Indice dos Proceedings do PME entre 1977 e 2003 (Word)