A Conjectura de Goldbach

 

A Conjectura de Goldbach foi pela primeira vez enunciada numa carta que Christian Goldbach enviou ao famoso matemático suíço Leonard Eüler no dia 7 de Julho de 1742. 

Observava então Goldbach que "qualquer número inteiro maior do que seis parecia ser a soma de três números primos".  

Eüler constatou que esta afirmação a ser verdadeira se decompunha em duas: todo o número par, maior que dois, é a soma de dois primos; todo o número ímpar é a soma de três primos (Ironicamente, não foi Goldbach mas Eüler quem expressou a conjectura que tem o nome do primeiro). 

Destas duas afirmações, a segunda foi provada para os ímpares suficientemente grandes por Vinogradov em meados dos anos 30, mas a primeira, conhecida hoje por conjectura de Goldbach, permanece por demonstrar. Quando se tenta verificar a sua validade, a hipótese parece plausível: 8=3+5; 10=3+7; 12=5+7.

Na verdade, para todos os números pares para os quais, até hoje, foram feitos cálculos, sempre se encontraram dois números primos que a satisfizessem. E muitos matemáticos tentaram efectuar cálculos: