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DOCENTES |
| Ana Morais |
| Isabel Neves |
| Teresa Oliveira |
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Teresa Oliveira |
PROGRAMA |
Ana Morais e Isabel Neves |
PROGRAMA |
IntroduçãoA disciplina de Metodologia da Biologia está intimamente interligada com a disciplina de Didáctica das Ciências, concretizando-se esta relação, quer através da aplicação de conceitos anteriormente adquiridos, quer através do aprofundamento e extensão de temáticas e do desenvolvimento de competências necessárias a uma futura intervenção e reflexão pedagógicas. No seu conjunto, as duas disciplinas devem ser encaradas como um todo, uma disciplina única, apenas separadas por razões administrativas. O esquema conceptual, ideia central que engloba o conjunto das unidades temáticas tratadas em Metodologia da Biologia, pode traduzir-se do seguinte modo: Uma prática pedagógica conducente à aquisição significativa do conhecimento científico e ao desenvolvimento de competências cognitivas e socio-afectivas, de diferentes níveis de complexidade, pressupõe uma planificação e concretização do processo ensino-aprendizagem que tenha em consideração a teoria educativa e os resultados sugeridos por diferentes linhas de investigação, numa perspectiva crítica sobre a problemática da aprendizagem dos alunos, em termos filosóficos, psicológicos e sociológicos. Conteúdo programático Unidades TemáticasO conteúdo programático de Metodologia da Biologia está distribuído por 2 unidades temáticas que se interpenetram ao longo das aulas teóricas e práticas e que se interligam com as unidades temáticas previamente tratadas em Didáctica das Ciências. Unidade 1 - A Investigação em Educação e o Ensino das Ciências
Unidade 2 - Desenvolvimento Curricular e Planificação do Ensino
Objectivos
Estratégias
Avaliação 1. A estrutura da disciplina de Metodologia da Biologia é tal que pressupõe a assistência a todas as aulas (os alunos deverão assistir a, pelo menos, 75% das aulas, incluindo práticas e teóricas), sendo a avaliação realizada do modo que se segue:
2. Na impossibilidade total de assistência às aulas, a avaliação será feita do seguinte modo:
3. O trabalho de elaboração da unidade de ensino pretende constituir um espaço simultâneo de aprendizagem e de avaliação. Nesse sentido, os alunos discutem o trabalho com a professora à medida que ele vai sendo elaborado, o que lhes permitirá atingir um maior desenvolvimento das capacidades e conhecimentos envolvidos. BibliografiaUnidade 1Adey, P. (1992). The CASE results: Implications for science teaching. International Journal of Science Education, 14 (2), 137-146. Adey, P., Shayer, M., & Yates, C. (1989). Thinking science: The curriculum materials of the cognitive acceleration through science education (CASE) project. Londres: Macmillan Education Ltd. Adey, P.,, & Shayer, M. (1994). Really raising standards: Cognitive intervention and academic achievement. Londres: Routledge. Antunes, H., & Morais, A. M. (1994). Desenvolvimento cognitivo e exigência curricular. Lisboa: Departamento de Educação da FCUL (não publicado). Chagas, I. (1986). Concepções alternativas e classe social - Um estudo sobre a evolução em alunos do 7º ano de escolaridade. Trabalho apresentado para provas de aptidão pedagógica e científica, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Domingos, A. M. (presentemente Morais). (1988). A inter-relação de diferentes linhas de investigação como factor importante na alteração do aproveitamento diferencial em ciências. Actas do I Encontro sobre Educação em Ciências: Braga: Universidade do Minho. Driver, R. (1985). Children's ideas in science. Londres: Open University Press. Duarte, M. C. (1993). Mudança conceptual e ensino das Ciências da Natureza: Uma proposta de intervenção pedagógica no 2º ciclo do ensino básico. Tese de doutoramneto em Educação, Universidade do Minho. Giordan, A., & de Vecchi, G. (1988). Los origenes del saber: De las concepciones personales a los conceptos cientificos. Sevilha: Díada Editoras. Morais, A. M.et al (1992). Socialização primária e prática pedagógica, Vol.I. Lisboa: Fundação Gulbenkian. Morais, A. M. et al (1993). Socialização primária e prática pedagógica, Vol.II: Análise de aprendizagens na família e na escola. Lisboa: Fundação Gulbenkian. Morais, A. M., & Neves, I. P. (1994 a). Código e classe social. Lisboa: Departamento de Educação da FCUL (não publicado). Morais, A. M., & Neves, I. P. (1994 b). Códigos e modalidades de prática pedagógica. Lisboa: Departamento de Educação da FCUL (não publicado). Morais, A. M., & Neves, I. P. (1994 c). O discurso pedagógico. Lisboa: Departamento de Educação da FCUL (não publicado). Morais, A. M., & Nunes, L. (Setembro, 1994). Family and school interaction on children’s alternative conceptions and conceptual change. Comunicação apresentada na 19ª Conferência da ATEE, Praga, República Checa. Morais, A. M. et al (1996). Desenvolvimento cognitivo e aprendizagem científica: Influência de factores da família e da escola. Revista Portuguesa de Educação, 9 (2), 1-28. Morais, A. M., Neves, I. P. et al (2000). 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Mudança conceptual na sala de aula: Um desafio pedagógico. Lisboa: Livros Horizonte. Shayer, M. (1979). Science reasoning tasks. Londres: NFER-NELSON. Trad. Morais, A. M., & Peneda, D. (1989). Tarefas de raciocínio científico: Tarefas II e IV. Lisboa: ESSA, FCUL. Shayer, M. e Adey, P. (1981). Towards a science of science teaching - Cognitive development and curriculum demand. Londres: Heinemann. Solomon, J. (1987). Social influences on the constructions of pupils’ understanding of science. Studies in Science Education, 14, 63-82. Vecchi, G. (1992). Aider les élèves à apprendre. Paris: Hachette. Yager, R. (1991). The constructivist learning model: Towards a real reform in science education. The Science Teacher, Set., 52-57. Unidade 2ASE (1992). Change in our future: A challenge for science education. Hatfield UK: Association for Science Education. ASE (1994). SATIS - Science and technology in society. Reino Unido: Association for Science Education. BSCS (1968). Biological science – An inquiry into life. Nova Iorque: Harcourt, Brace & World. BSCS (1980). Biological science – A molecular approach. Toronto: DC Heath. BSCS (1987). Biological science – An ecological approach. Nova Iorque: Kendall/Hunt. BSCS (1992). Science for life and living - Science, technology, health. Dubuque: Kendall/Hunt. BSCS (1994). Middle school science and technology - Levels A, B, C. Dubuque: Kendall/Hunt. Campbell, N., Mitchell, L. e Reece, J. (2000). Biology - Concepts and connections. Nova Iorque: Addison Wesley Longman. DGEBS (1991 a). Organização curricular e programas, Vol. I: 3º Ciclo do Ensino Básico. Lisboa: Ministério da Educação. DGEBS (1991 b). Programa de Ciências Naturais: Plano de organização do ensino-aprendizagem; Vol. II: 3º Ciclo do Ensino Básico. Lisboa: Ministério da Educação. Domingos, A. M. (presentemente Morais), Galhardo, L., Neves, I. P. e Rainha, H. (1982). Diapositivos de discussão com guia para o professor. Lisboa: ITE. Domingos, A. M. (presentemente Morais), Galhardo, L., & Neves, I. P. (1983). Ciências do Ambiente: Livro do professor. Lisboa: Fundação Gulbenkian. Dorling, G. Et al (1992). Biology: Nuffield co-ordinated sciences. UK: Longman. ESCP (1972). Investigating the earth. Nova Iorque: Houghton Mifflin. Hull, R. (Ed.). (1993). ASE secondary science teachers’ handbook. Londres: Simon & Schuster Education. Kaufmann III, W., & Comins, M. (1996). Discovering the universe. Nova Iorque: Freeman. McComas, N. (Ed.). (2000). The nature of science in science education: Rationales and strategies. Londres: Kluwer. Morholt, E., Brandwein, P. e Joseph, A. (1966). A sourcebook for the biological siences. Nova Iorque: Harcourt, Brace & World. Nuffield (1992). Biology - Nuffield co-ordinated sciences. Londres: Longman. Press, F. e Siever, R. (1998). Understanding earth. USA: Freeman. Selby, D. (1995). Earthkind: A teachers’ handbook on human education. Londres: Trentham Books. Silva, J. F. (Coord.) (1975). Manual do Professor de Biologia, trad. de BSCS - Biology Teachers´ Handbook. Lisboa: Fundação Gulbenkian. Stringer, J. et al (1994). SATIS 8-14: science investigation at key stage 2. Londres: Association for Science Education. Manuais escolares portugueses disponíveis no mercado sobre biologia/geologia e áreas afins. Materiais audiovisuais (videogramas, diapositivos, filmes) e programas de computador do BSCS. Materiais audiovisuais (videogramas, diapositivos, filmes) e programas de computador construídos pelos alunos em anos anteriores. Unidades de ensino para o 3º ciclo do ensino básico e para o ensino secundário elaboradas pelos alunos em anos anteriores. |