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DOCENTES |
Física e Química |
Matemática |
Biologia e Geologia |
Agostinho dos Reis Monteiro e Maria de Fátima Chorão Sanches |
Fátima Chorão |
PROGRAMA |
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INTRODUÇÃO
A cadeira de Pedagogia oferece aos futuros professores um espaço de aquisição e análise de conhecimentos teórico-práticos sobre algumas das grandes questões pedagógicas contemporâneas. O curso está organizado em unidades temáticas suficientemente diversificadas e alargadas no seu âmbito, de modo a acolher opções individuais dos alunos. Por outro lado, as práticas metodológicas centradas na autonomia dos alunos-intervenções na aula e fora da aula- foram pensadas para permitir o trabalho cooperativo em torno de temáticas de interesse comum. O programa inicia-se com uma introdução sobre o que é pedagogia e qual o seu lugar na formação de professores. O corpo temático do programa desenvolve-se em torno de grandes áreas: (1) transformações recentes no sistema educativo e suas implicações para a estruturação curricular, para o exercício das funções docentes e aprendizagens dos alunos; (2) a escola como espaço social de construção e realização do projecto pedagógico da escola e de envolvimento organizacional dos professores; (3) correntes pedagógicas e natureza das interacções pedagógicas, com relevo para os problemas disciplinares (e modo de resolução) experienciados pelos alunos; e (4) questões relativas à profissionalidade docente perspectivadas à luz da sociedade contemporânea e das políticas educativas mais recentes. Finalidades da DisciplinaO estudo destas temáticas justifica-se em função dos seguintes objectivos:
I -- Análise do Sistema Educativo
O curso está organizado com base no envolvimento e participação activa dos alunos. Haverá aulas expositivas nas quais se terá por base as teorias pedagógicas e os contributos da investigação educacional mais recente. Os alunos planearão (com a orientação da docente) e organizarão aulas de debate centradas na análise e reflexão sobre grandes questões educativas actuais. Recorrer-se-á, também, à análise de documentos oficiais e de artigos teóricos e de investigação empírica. Há um dossier de textos temáticos organizados pela docente ao dispor dos alunos. Para além disso, indicar-se-á bibliografia adicional de acordo com as necessidades e interesses de cada aluno. FORMAS DE AVALIAÇÃO A avaliação realiza-se com base em trabalhos individuais e de grupo e incide sobre três dimensões de trabalho que a seguir se enunciam.
Avaliação especial (para trabalhadores-estudantes)
BIBLIOGRAFIA Está ao dispor dos alunos um dossier de pedagogia organizado segundo as grandes temáticas do programa contendo a bibliografia considerada essencial. Para além disso, indicar-se-á bibliografia adicional, de acordo com as necessidades e interesses de cada aluno. |
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Helena Salema |
PROGRAMA |
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1. Objectivos Esta disciplina tem como finalidade proporcionar ao aluno - futuro professor - um espaço de aquisição de conhecimentos teórico-práticos e de reflexão crítica sobre problemáticas contemporâneas em torno de três temas integrados o Currículo, o Sistema Educativo e a Formação em Ensino. Em relação a estes eixos espera-se que o aluno desenvolva integradamente duas dimensões formativas: Um conhecimento e uma construção pessoal, reflectida e crítica sobre estes temas; uma aquisição, também ela reflectida e crítica, de conhecimentos e de meios adequados para uma intervenção pedagógica. Assim pretende-se:
2. Programa
3. Metodologia
4. Avaliação
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Bibliografia de suporte (1ª parte do programa) Durkheim, E. (1984). Sociologia, Educação e Moral., Porto: Res Editora, págs. 37-57. Ipfling, (1979). Vocabulário Fundamental de Pedagogia, págs. 250 a 257. Ipfling, (1979). Vocabulário Fundamental de Pedagogia. págs. 107 a 112 e págs. 250 a 253. Monteiro, A.R. (1997). Sobre a identidade da pedagogia. Revista de Educação, vol.VI, nº2, págs. 9 - 24. Planchard, E. (1979). Introdução à Pedagogia (3ª edição revista). Coimbra: Coimbra Editora, págs. 11 a 42. Smith, S. (1980). A design for a school of pedagogy . Washington: Us Government printing Office. Capt. 2 “Professional status of pedagogical schools” Bibliografia de suporte (2ª parte do programa) Abreu, I. (1989). A evolução da escolaridade obrigatória em Portugal nos últimos vinte anos. In Ensino Básico em Portugal, Lisboa: ASA Edições, págs. 43 a 94. Alcantara (1997). Como fomentar as atitudes. Anderson, L.W. & Pellicer, L. (1990). Synthesis of Research on compensatory and remedial education. Educational Leadership , 48, págs. 10 a 16 Carvalho, R. (19 ). História da Educação em Portugal. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian Cooper, D.P. (1986). Improving reading comprehension .Boston: Houghton Mifflin Company, Capt. I, Compreender o significado da leitura, capt.VI Estrutura do texto (capítulos traduzidos pela docente). Costa, A. (1988). Teaching For, Of and About Thinking. (Tradução da professora). Cousinet. R. (1973). A Escola Nova. págs.60 a 83 “ Os experimentadores: Dewey e seus sucessores”, págs.85 a 91 “ A definição da Escola Nova”. CRSE (1988). Proposta Global da Reforma, págs.21 a 26 D’Orey da Cunha, P. (1996). Ética e Educação. Universidade Católica Portuguesa. págs. 53 a 68 Despacho normativos nº 98-A/92 e nº 338793 e 178A/ME/93. Deusdado, F. (199 ). Educadores Portugueses. Porto: Lello Eds. Espada, J., (1997). Da construção de cidadãos participativos à crise de valores e referências estáveis. In D.Bessa, J.C.Espada, E. L.Pires, & R. Stavenhagen. Nos 10 anos da LBSE, Memórias e projectos. Lisboa: Edições ASA, págs 29 a 42 Fernandes, R. (1981). Ensino básico. In M. Silva e I. Tamen (Coord.), Sistema de ensino em Portugal , parte III Situação e tendências nos diferentes níveis de ensino, págs. 167 a 189. Fernandes, R. (199 ), História da Pedagogia em Portugal, Lisboa: Instituto de Alta Cultura, Biblioteca Breve Gilbert, R. (1983). (4º edição) (original 1973).As ideias actuais em pedagogia. Lisboa: Moraes editores, capt. IV; As escolas novas, págs. 97 a 114 IIE (1992) Sistemas de avaliação dos alunos em quatro países europeus: síntese do estudo comparativo Kirby, C. & Alaiz, V. (1995). Apoios e complementos educativos. Teoria e prática . Lisboa: Texto Editora. Legrand, L. (1980). A evolução da pedagogia. In Dicionário de Pedagogia.. Lisboa: Verbo Editora, págs. 162 a 189 Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei nº 46/1986) Morais, M.M. (1988).Pensar sobre o pensar . Ensino de estratégias metacognitivas para a recuperação de alunos do 7º ano na disciplina de Língua Portuguesa,.Tese de Mestrado. Departamento de Educação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, pags. 188 a 190. Observação de alunos - Processo de compreensão Nóvoa, A. (1989). A República e a Escola: das intenções generosas ao desengano das realidades. In Instituto de Inovação Educacional, As reformas do Ensino em Portugal , Reforma de 1911, Tomo II, vol I, págs. IX a XVII. Nóvoa (Org,) A Escola na Literatura Portuguesa. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian Pacheco, José Augusto (1996).Currículo: teoria e práxis. Porto Editora, capt I, págs. 15 a 20 Patrício, M. F. (....)Sessão de abertura. Inovação , págs. 7 a 12 Pires, E.L. (1997) (2º ed.). LBSE - apresentação e comentários. Lisboa: Edições ASA Planchard (1979). Introdução à pedagogia. capt. VI, A escola nova, págs. 234 a 283 Salema, M.H. (1997). Ensinar e aprender a pensar: uma proposta para o apoio educativo. Lisboa: Texto editora, cap.IV; Planos de aulas, págs 79 a 120. Salema, M.H. Ensinar e aprender a pensar. Uma perspectiva transcurricular. Um percurso de investigação-intervenção na área dos apoios e complementos educativos. Noesis , 27, 20 a 22 Videos IIE (1993) “Apoios e complementos educativos” Exemplos de Estratégias dentro da sala de aula e fora da sala de aula” Bibliografia de suporte (3ºparte do programa) D’Orey da Cunha, P. (1996). Ética e Educação . Lisboa: Universidade Católica, págs.59 a 68. II Princípios - relação pedagógica baseada na autonomia. D’Orey da Cunha, P. (1996). Ética e Educação . Lisboa: Universidade Católica, págs.69 a 87, “Para uma nova deontologia da profissão docente: a deontologia do passado, do presente, do futuro” Estrela, M. T. (1986). Algumas considerações sobre o conceito de profissionalismo docente.Revista Portuguesa de Pedagogia. Ano XX, 301 - 309. Nóvoa, A. (Org.) (1995).Profissão docente. Porto Editora Ordenamento Jurídico da Formação Inicial e Contínua dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensino Básico e Secundário, Dec.-Lei 249/92 de 9 Novembro. Bibliografia de suporte à apresentação de trabalhos orais Arends, R. (1995). Aprender a Ensinar. McGraw-Hill de Portugal, capt. 8 ”Exposição”, págs 270 a 294. Nerici (1989). Metodologia de ensino. S.Paulo: Editora Atlas (3º edicão), Págs. 69 a 74. Valente, M. O., Santos M. E., Salema, M. H., Rainho, M. A. ( 1992). Competências comunicacionais do professor e o pensamento reflexivo dos alunos. Revista de Educação, vol.II, nº2, 65 -71. |
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Agostinho dos Reis Monteiro |
PROGRAMA |
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Procurando conciliar a necessidade de uma teorização fundamental, que proporcione um quadro conceptual para pensar a educação, com a importância pedagógica da participação, o Programa tem duas partes: uma estruturada e proposta pelo professor, a outra aberta a temas escolhidos, investigados e apresentados pelos estudantes, que contribuem para a sua diversificação. Primeira Parte Capítulo I
Capítulo II
Capítulo III
Capítulo IV
Capítulo
V
Capítulo VI
Capítulo VII
Capítulo VIII
Conclusão geral
Segunda
Parte
Exemplos de escolhas em semestres anteriores:
Metodologia e AvaliaçãoMetodologia
Avaliação O processo de avaliação procura ser coerente com a doutrina exposta no capítulo “Ser Professor”. Por isso, compreende elementos correspondentes à diversidade dos aspectos da competência pedagógica: qualidades pessoais, valores éticos e saberes teóricos e práticos. Esses elementos são os seguintes:
A nota individual final resultará da ponderação global de todos estes elementos do processo de avaliação. A falta de algum dos elementos obrigatórios prejudicará naturalmente a avaliação. A falta de mais de metade implica a não atribuição de nota de classificação. Concluído este processo de avaliação, será afixada uma nota final provisória, que poderá ser melhorada, eventualmente, através de outro trabalho escrito individual presencial, antes da fixação da nota definitiva. No caso de estudantes trabalhadores(as), que não podem acompanhar as aulas com regularidade, o processo de avaliação será o mesmo, pois têm direito a dispensas de serviço que lhes permitem integrar-se no processo de avaliação descrito, como a experiência tem confirmado. No entanto, serão consideradas situações excepcionais. |