Da não Segregação à Inclusão

Na generalidade das escolas regulares a maioria das crianças e jovens com sérias dificuldades educacionais ainda continua a receber uma educação segregada.

 

 

Mas, a "escola regular pode tornar-se especial", não só entendendo a ideia da escolaridade obrigatória e básica para todas as crianças e jovens, mas também procurando atender a necessidades individuais de todos os alunos quaisquer que sejam  as suas dificuldades. "As escolas especiais não têm o direito de existir .Se elas existem é por causa das limitações das escolas regulares em atenderem o complexo leque de capacidades e incapacidades entre alunos. Mesmo uma escola especial bem organizada não tem o direito de existir se uma escola regular garanta a mesma qualidade de educação.

Na verdade a maioria dos alunos com dificuldades educativas especiais não necessita de integração mas sim que se evite a sua segregação, que pode ser feita através de medidas de discriminação positiva (a aceitação de que a igualdade de oportunidades em educação implica que alguns alunos devem receber mais do que outros, seja qual for o nível de recursos que a escola possua).

 

 

No entanto, há alguns alunos que apresentam dificuldades provocadas pela deficiência ou por problemas de comportamento que, pondo em causa a integridade de professor e colegas, são colocados em meio "meio da não-segregação para a integração ou, talvez em última análise para a segregação".