M. C. Escher
Aos poucos, Escher, vai
sendo cada vez mais ousado e para
além da “dança” com a geometria, vai também ao encontro do infinito. A
divisão regular da superfície aparece misturada a formas tridimensionais,
geralmente num ciclo sem fim, onde uma fase se dilui na outra. A
litografia "Reptiles" é um bom exemplo disso.
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“Reptiles” |
Desde o início que um dos seus fascínios era a representação tridimensional dos objectos na
inevitável bidimensionalidade do papel. Escher, explorou em profundidade as
leis da perspectiva e desafiou essas leis nas representações bidimensionais e tridimensionais,
provocando o conflito das representações.
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“Drawing
hands” |
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Dono
de uma personalidade humilde, Escher, não se considerava artista nem matemático.
Mas a verdade é que transportou para os seus desenhos estruturas matemáticas
complexas, perspectivas espaciais que necessitam sempre de um apurado segundo
olhar, podemos mesmo dizer, de um terceiro, quarto ...
"House
of Stairs" |
"High
and Low" |
“Concave
and Convex” |