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Os
Gregos definiram a tangente a uma circunferência num ponto como uma recta que
tem um ponto comum com a circunferência e todos os outros exteriores ao círculo
definido pela circunferência. |
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Comecemos por determinar o declive da recta
secante à parábola, sabendo que as abcissas dos pontos de intersecção são
os seguintes:
1.
e
![]()
2.
e
![]()
3.
e
(generalização com
)
Como
o declive m
de uma recta definida por dois pontos,
e
é
ou seja,
teremos
1. ![]()
2. ![]()
3. ![]()
À
medida que h
tende para zero, a recta secante tende para uma posição limite que é
exactamente a tangente
à curva no ponto de abcissa 1.
Então
o declive da tangente será o limite dos declives das secantes quando h
tende para zero, ![]()
O
valor deste limite chama-se derivada da função f no ponto de abcissa 1 e representa-se por
.
Calculemos
este limite:
=
=
=
– 2.
A
tangente à curva no ponto
tem declive – 2 e uma equação
desta recta será
Û
![]()
![]()