Benoît Mandelbrot nasceu na Polónia em 1924, a sua família emigrou para França, devido à 2ª GM. Tinha um tio, Szolem Mandelbrot, que era professor de Matemática no “Collège de France” e era o responsável pela sua educação.

Benoît frequentou o “Lycze Rolin” em Paris, depois estudou em Lyon, e, mais tarde, foi para os Estados Unidos da América. Por fim estudou na École Polytechnique e na Sorbonne, em Paris e no Instituto Californiano de Tecnologia. A sua carreira académica dividiu-se principalmente entre França e os EUA.

Em 1958 criou uma Associação com os laboratórios de investigação da IBM em Nova Iorque. Em 1987, tornou-se professor em Yale.

Mandelbrot, começou a ficar um pouco insatisfeito em relação à Geometria Clássica, uma vez, que ao explorar e resolver diversos problemas, os pontos, as linhas rectas, os círculos, entre outros, não demonstraram ser abstracções adequadas para compreender a complexidade da natureza.

A pesquisa de Mandelbrot forneceu teorias matemáticas para o fenómeno da probabilidade errática e métodos de auto-semelhanças em probabilidades. Levou a cabo uma pesquisa sobre processos esporádicos, termodinâmica, linguagens naturais, astronomia, geomorfologia, gráficos e arte com a ajuda do computador e criou e desenvolveu a geometria fractal.

Este prodigioso e ilustre matemático contemporâneo, é conhecido mundialmente como sendo o único responsável pelo enorme interesse nos chamados objectos fractais. Hoje em dia a sua geometria é conhecida através de bonitas gravuras coloridas que, enriqueceram tanto a matemática moderna como a arte.

A obra Clássica de Benoît Mandelbrot está reproduzida e editada pelo Gradiva com o título “Objectos Fractais”.

 

O último livro deste verdadeiro “génio” intitulado “Fractals and Scaling in Finance”, foi posto recentemente à venda ao público. Este seu trabalho recolhe sobretudo as suas contribuições mais relevantes no estudo da estatística e da economia.

Com a introdução da colecção de figuras Mandelbrot, em 1980, ele mostrou que tão complexos fenómenos podiam ser criados e descritos por simples regras repetidas, Mandelbrot orientou o estudo de uma completa geração de matemáticos, cientistas da computação e até artistas, no sentido de produzirem e estudarem as bonitas imagens que tinham sido criadas.

 

Outras Obras de Benoît Mandelbrot:

 

 

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