Usando as Calculadoras Gráficas
Podemos usar as calculadoras gráficas para desenhar estas funções, para depois podermos efectuar quer operações com essas funções, quer fazer o estudo dessas funções. Como exemplo, vamos ver como podemos usar as opções da calculadora Texas TI 83 como suporte no estudo de soma, produto, composição e inversas de funções, zeros, extremos, sinal e derivada de uma função.
Operações com Funções
1. Soma algébrica de duas funções:
Sendo f(x) = x2 e g(x) = 1/x, representar graficamente e por uma tabela a função soma, isto é, f + g.
Teclas a Premir |
Descrição |
Ecrã |
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Visualizar o menú Y = . Escrever em Y1 a expressão x2. Escrever em Y2 a expressão 1/x |
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Escrever em Y3 a expressãoY1+Y2. A expressão Y1+Y2 define a função soma das funções Y1 e Y2 |
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Visualizar o menú ZOOM e escolher
a opção 4. A calculadora mostra imediatamente os gráficos das funções Y1, Y2 e Y3 = Y1+Y2. |
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Visualizar o menú Y = . Com as teclas de direcção posicionar o cursor sobre o sinal de = de Y1, premindo de seguida a tecla ENTER. Desactivamos, assim, o gráfico correspondente a Y1. Com as teclas de direcção, posicionar o cursor sobre o sinal de = de Y2, premindo de seguida a tecla ENTER. Desactivamos, assim, o gráfico correspondente a Y2. Deste modo, fica apenas activo o gráfico correspondente a Y3. |
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Visualizar o gráfico correspondente a Y3, que é o gráfico da função soma. Observe-se, pelo gráfico, que a função soma não está definida em x = 0. Algebricamente, verifica-se que (f+g)(x)= x3+1 /x, com x diferente de 0. |
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Visualizar o menu Y = . Com as teclas de direcção, posicionar o cursor sobre o sinal de = de Y1, premindo de seguida a tecla ENTER. Activamos, assim, o gráfico correspondente a Y1. Com as teclas de direcção posicionar o cursor sobre o sinal de = de Y2, premindo de seguida a tecla ENTER. Activamos, assim, o gráfico correspondente a Y2. Deste modo, ficam activos os gráficos correspondentes a Y1, Y2 e Y3. |
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Visualizar o menu TABLE SETUP. Neste estabelecemos o valor -5 para início da tabela e o valor 1 para incremento. |
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Visualizar a tabela. Para visualizar os valores X, Y1, Y2 e Y3 necessitamos de quatro colunas. Consequentemente, porque cada ecrã da calculadora só tem três colunas, é necessário recorrer a dois ecrãs da calculadora para visualizar todos os quatro valores. Por observação dos valores de Y1(x) e Y2(x) verifica-se que os valores de (Y1+Y2)(x) resultam de adicionar Y1(x) com Y2(x). Note-se, ainda, que Y2 e Y1+Y2 não estão definidas em x = 0. |
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Se pretendermos definir graficamente e através de uma tabela a função diferença de f com g, isto é, f-g, usamos um procedimento semelhante àquele que utilizámos anteriormente para a soma f+g.
O produto das funções processa-se de modo idêntico à soma de funções.
Sendo f(x) = x 1/2 e g(x) = x2, vamos representar graficamente e por uma tabela a função composta de f com g, isto é, a função
g o f.Teclas a Premir |
Descrição |
Ecrã |
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Visualizar o menu Y = .
Escrever em Y1 a expressão x1/2. Escrever em Y2 a expressão x2. |
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Escrever em Y3 a expressão Y2(Y1).
A expressão Y2(Y1) define a função composta das funções Y2 e Y1 e lê-se "Y2 após Y1". |
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Seleccionar a opção 4: ZDecimal do menu ZOOM,
sendo apresentados de imediato os gráficos das funções Y1, Y2 e Y3 = Y2(Y1). Algebricamente, verifica-se que (g o f)(x)
= x, com x |
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Visualizar o menu TABLE SETUP.
Neste menu estabelecemos o valor -3 para início da tabela e o valor 1 para incremento. |
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Visualizar a tabela.
Por observação dos valores de Y1(x) e Y2(x) verifica-se que os valores de (Y2 o Y1)(x) resultam de determinar a imagem de Y1(x) por Y2. |
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Deve-se ter uma especial atenção ao escrever na calculadora a expressão que define a composta de duas funções. No caso da definição da função composta Y2 após Y1, isto é, Y2 o Y1, a expressão Y2(Y1) que a define é diferente das expressões Y2 x (Y1) e Y2 x Y1. Qualquer destas duas últimas expressões define a função produto de Y1 por Y2.
Agora, sendo f(x) = x1/2 e g(x) = x2, vamos representar graficamente a função composta de g com f, isto é, a função
f o g.Teclas a Premir |
Descrição |
Ecrã |
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Visualizar o menu Y = .
Com as teclas de direcção, posicionar o cursor sobre o sinal de = de Y3, premindo de seguida a tecla ENTER. Desactivamos, assim, o gráfico correspondente a Y3. |
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Escrever em Y4 a expressão Y1(Y2).
A expressão Y1(Y2) define a função composta das funções Y1 e Y2 e lê-se "Y1 após Y2". |
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Seleccionar a opção 4: ZDecimal do menu ZOOM, sendo apresentados de
imediato os gráficos das funções Y1, Y2 e Y4 = Y1(Y2).
Algebricamente, verifica-se que (f o g)(x) = lxl, com x pertencente a R. |
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Visualizar o menu TABLE SETUP.
Neste menu estabelecemos o valor -3 para início da tabela e o valor 1 para incremento. |
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Visualizar a tabela.
Por observação dos valores de Y1(x) e Y2(x), verifica-se que os valores de (Y1 o Y2)(x) resultam de determinar a imagem de Y2(x) por Y1. |
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A consideração dos dois exemplos antes estudados permite concluir que g o f é diferente de f o g. Por conseguinte, em geral, a operação de composição de funções não é comutativa, como foi visto na Introdução às Funções.
Todavia, há funções f e g para as quais se tem g o f = f o g. Quando tal acontece diz-se que as funções f e g são permutáveis.
Sendo f(x) = x 3e g(x) = x2, vejamos através das suas representações gráficas que estas são funções permutáveis.Teclas a Premir |
Descrição |
Ecrã |
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Visualizar o menu Y = .
Escrever em Y1 a expressão x3. Escrever em Y2 a expressão x2. |
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Escrever em Y3 a expressão Y2(Y1).
A expressão Y2(Y1) define a função composta Y2 após Y1. |
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Escrever em Y4 a expressão Y1(Y2).
A expressão Y1(Y2) define a função composta Y1 após Y2. |
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Visualizar o menu Y = .
Com as teclas de direcção, posicionar o cursor sobre o sinal de = de Y1, premindo de seguida a tecla ENTER. Desactivamos, assim, o gráfico correspondente a Y1. Com as teclas de direcção, posicionar o cursor sobre o sinal de = de Y2, premindo de seguida a tecla ENTER. Desactivamos, assim, o gráfico correspondente a Y2. |
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Seleccionar a opção 4: ZDecimal do menu ZOOM, sendo apresentados de imediato os gráficos das funções compostas Y3 = Y2(Y1) e Y4 = Y1(Y2). |
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Observando o ecrã vemos uma única representação gráfica. Na
realidade existem dois gráficos sobrepostos.
No sentido de obtermos evidência acerca da existência dos dois gráficos sobrepostos recorremos, com a função TRACE activa, às teclas de direcção vertical para deslocar o cursor de um gráfico para o outro e às teclas de direcção horizontal para deslocar o cursor ao longo de cada um dos gráficos. |
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Sendo a função f(x) = x3, vamos representar graficamente a função f e a sua
inversa f-1.Usamos a opção 8: DrawInv do menu DRAW, que permite obter uma representação gráfica da função inversa. Neste menu existem várias facilidades de desenho.
Contudo, os desenhos obtidos através do DRAW não podem ser percorridos com o cursor quando a função TRACE está activa e desaparecem logo que se alteram os gráficos das funções não obtidos com o DRAW ou se escolhe de novo a mesma janela ou uma janela diferente para visualização dos gráficos.
Teclas a Premir |
Descrição |
Ecrã |
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Visualizar o menu Y = .
Escrever em Y1 a expressão x3. |
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Seleccionar a opção 4: ZDecimal do menu ZOOM, sendo apresentado de imediato o gráfico da função. |
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Aceder ao ecrã de texto de limpar esse ecrã.
Visualizar o menu DRAW e seleccionar a opção 8: DrawInv. |
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Escrever a variável dependente Y1. |
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Premindo a tecla ENTER visualiza-se imediatamente o gráfico da função, já obtido anteriormente, e o da função inversa. |
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Visualizar o menu Y = .
Com as teclas de direcção, posicionar o cursor sobre o sinal de = de Y1, premindo de seguida a tecla ENTER . Desactivamos, assim, o gráfico correspondente a Y1. |
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Aceder ao ecrã de texto.
Repetir a última expressão escrita. |
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Premindo a tecla ENTER obtém-se imediatamente o gráfico da função
inversa.
Observe-se que não se tem o gráfico da função correspondente a Y1, pois a respectiva expressão foi desactivada. |
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Sendo a função f(x) = x2 uma função não injectiva, ela não tem inversa. Será que a calculadora ainda desenha o gráfico da relação inversa de f?
Teclas a Premir |
Descrição |
Ecrã |
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Visualizar o menu Y = .
Escrever em Y1 a expressão x2. |
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Seleccionar a opção 4: ZDecimal do menu ZOOM, sendo apresentado de imediato o gráfico da função. |
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Aceder ao ecrã de texto e limpar esse ecrã.
Visualizar o menu DRAW e seleccionar a opção 8: DrawInv. |
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Escrever a variável dependente Y1. |
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Premindo a tecla ENTER visualiza-se imediatamente o gráfico da função inversa, já obtido anteriormente, e o da relação inversa. |
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Este exemplo mostra que a opção 8: DrawInv do menu DRAW permite desenhar o gráfico da relação inversa de uma dada função, quer esta relação inversa seja ou não função. Portanto, se estivermos interessados em estudar se uma dada função tem ou não inversa devemos verificar se a função dada é ou não injectiva, pois a calculadora a partir da opção 8: DrawInv do menu DRAW não distingue as funções que têm inversa daquelas que não têm.
Estudo de Funções A calculadora dispõe de várias facilidades de cálculo com especial interesse para o estudo de funções. Estas facilidades de cálculo, acessíveis no menu CALC, podem ser executadas a partir do ecrã de texto ou interactivamente sobre o próprio gráfico.
Teclas a Premir |
Descrição |
Ecrã |
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Visualizar o menu CALCULATE.
Descrição de cada uma das opções do menu: 1. value (calcula o valor de uma função num ponto); 2. zero (determina um zero de uma função); 3. minimum (calcula o mínimo relativo de uma função); 4. maximum (calcula o máximo relativo de uma função); 5. intersect (determina as coordenadas de um ponto de intersecção de dois gráficos correspondentes a outras duas funções); 6. dy/dx (determina a derivada numérica de uma função num ponto); 7. òf(x)dx (determina o integral numérico de uma função entre dois pontos). |
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Deve observar-se que a função TRACE, além de permitir percorrer o gráfico de uma função, também permite calcular o seu valor num ponto. Em consequência, a função value pode ser substituída com vantagem pela função TRACE, pois esta é de utilização mais imediata.
A opção 7: òf(x)dx, que permite calcular o integral numérico de uma função, não será objecto de estudo uma vez que esse assunto não faz parte dos actuais programas do Ensino Secundário.
Vamos determinar o zero da função f(x) = x3 - 4.
Teclas a Premir |
Descrição |
Ecrã |
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Visualizar o menu Y = .
Escrever em Y1 a expressão x3 - 4, a qual define a função. |
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Seleccionar a opção 6: ZStandard do menu ZOOM, sendo apresentado de imediato o gráfico da função. |
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Seleccionar a opção 2: zero do menu CALCULATE. |
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Premindo várias vezes as teclas de deslocação horizontal, colocar o cursor sobre o gráfico e à esquerda do zero. Premindo, de seguida, a tecla ENTER fixamos o limite inferior de um intervalo em que se encontra o zero. |
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Premindo várias vezes as teclas de deslocação horizontal, colocar o cursor sobre o gráfico e à direita do zero. Premindo, de seguida, a tecla ENTER fixamos o limite superior de um intervalo em que se encontra o zero. |
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Premindo novamente a tecla ENTER obtém-se um valor aproximado do zero. Obteve-se x = 1,5874011 para valor aproximado do zero. |
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Este procedimento pode ainda ser usado para resolver equações.
Vamos resolver a equação 2x3 + x 2= 6x + 3.
Para resolver esta equação basta considerar duas funções cujas expressões são os membros da equação, isto é, y = 2x3 + x2 e y = 6x + 3. As soluções da equação são, então, as abcissas dos pontos de intersecção dos gráficos das duas funções.
Teclas a Premir |
Descrição |
Ecrã |
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Visualizar o menu Y = .
Escrever em Y1 a expressão 2x3 + x2, a qual corresponde ao primeiro membro da equação. |
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Escrever em Y2 a expressão 6x + 3, a qual corresponde ao segundo membro da equação. |
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Visualizar o menu WINDOW.
Estabelecer o intervalo [-5,5] no eixo dos xx, com o incremento 1, e o intervalo [-20,20] no eixo dos yy, com o incremento 2. Assim, [-5,5] x [-20,20] define o rectângulo de visualização do gráfico. |
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Visualizar os gráficos das funções Y1 e Y2. |
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Seleccionar a opção 5: intersect no menu CALCULATE. |
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Premindo várias vezes as teclas de deslocação horizontal, deslocar
o cursor sobre um dos gráficos de modo a que fique suficientemente próximo do ponto de
intersecção dos gráficos que se pretende estudar.
Seguidamente, premir de novo a tecla ENTER. Observe-se que o cursor se deslocou para o outro gráfico. |
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Seguidamente, premir de novo a tecla ENTER.
Deve notar-se que, quando temos mais de dois gráficos, pode existir a necessidade de deslocar o cursor de um gráfico para o outro de modo a relacionar os dois gráficos pretendidos. Consegue-se isso premindo as teclas de deslocação vertical. |
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Finalmente, premindo a tecla ENTER obtêm-se as coordenadas do ponto
de intersecção dos gráficos.
Obteve-se x = 1,7320508 para valor aproximado da raiz da equação. |
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O procedimento utilizado para determinar uma das raízes da equação pode ser repetido para determinar as outras duas raízes da equação.
Em alternativa, observando que a equação 2x3 + x2 = 6x + 3 é equivalente à equação 2x3 + x2 - 6x - 3 = 0, conclui-se que as suas soluções são os zeros da função y = 2x3 + x2 - 6x - 3, bastando então repetir o procedimento já observado para calcular os zeros desta função.
2. Valores máximo e mínimo de uma função num intervalo:
A possibilidade da calculadora determinar o valor máximo e o valor mínimo de uma função num intervalo pode ser explorada para determinar extremos relativos de uma função.
Vamos determinar os extremos relativos da função Y = x4 - 4x2 - 5.
Teclas a Premir |
Descrição |
Ecrã |
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Visualizar o menu Y = .
Escrever em Y1 a expressão x4 + 4x2 - 5. |
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Visualizar o menu WINDOW.
Estabelecer o intervalo [-4,7;4,7] no eixo dos xx, com o incremento 1, e o intervalo [-15,15] no eixo dos yy, com o incremento 3. Assim, [-4,7;4,7] x [-15,15] define o rectângulo de visualização do gráfico. |
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Visualizar o gráfico da função Y1. |
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Seleccionar a opção 3: minimum do menu CALCULATE. |
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Premindo várias vezes as teclas de deslocação horizontal, colocar o cursor sobre o gráfico e à esquerda do primeiro mínimo. Premindo, de seguida, a tecla ENTER fixamos o limite inferior de um intervalo em que se encontra o mínimo. |
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Premindo várias vezes as teclas de deslocação horizontal, colocar o cursor sobre o gráfico e à direita do primeiro mínimo. Premindo, de seguida, a tecla ENTER fixamos o limite superior de um intervalo em que se encontra o mínimo. |
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Premindo novamente a tecla ENTER obtém-se um valor aproximado do
mínimo.
Obteve-se y = -9 para o valor do mínimo e x = -1,414213 para valor do minimizante. Note-se que o mínimo da direita é também y = -9 e ocorre para x = -1,414213, pois a função é par. |
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Seleccionar a opção 4: maximum do menu CALCULATE. |
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Premindo várias vezes as teclas de deslocação horizontal, colocar o cursor sobre o gráfico e à esquerda do máximo. Premindo, de seguida, a tecla ENTER fixamos o limite inferior de um intervalo em que se encontra o máximo. |
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Premindo várias vezes as teclas de deslocação horizontal, colocar o cursor sobre o gráfico e à direita do máximo. Premindo, de seguida, a tecla ENTER fixamos o limite superior de um intervalo em que se encontra o máximo. |
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Premindo novamente a tecla ENTER obtém-se um valor aproximado do
máximo.
Obteve-se y = -5 para o valor do máximo e x = 1,5938 x 10-6 para o valor do maximizante. Em termos exactos, o máximo é -5 e o maximizante é o 0. |
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3. Sinal e Variação de uma Função: A partir da observação do gráfico de uma função podemos tirar conclusões acerca do sinal e da variação de uma função. Para tal, consideram-se os seus zeros e os seus extremos.
Vamos estudar o sinal e a variação da função y = x5 - 3x4 - x + 3.
Teclas a Premir |
Descrição |
Ecrã |
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Visualizar o menu Y = .
Escrever em Y1 a expressão x5 - 3x4 - x + 3. |
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Visualizar o menu WINDOW.
Estabelecer o intervalo [-4,7;4,7] no eixo dos xx, com o incremento 1, e o intervalo [-25,20] no eixo dos yy, com o incremento 4. Assim, [-4,7;4,7] x [-25,20] define o rectângulo de visualização do gráfico. |
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Visualizar o gráfico da função Y1. |
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Determinando o valor da função em x = -1, verifica-se que -1 é um
zero da função.
Determinando o valor da função em x = 1, verifica-se que 1 é um zero da função. Determinando o valor da função em x = 3, verifica-se que 3 é um zero da função. Note-se que os zeros podiam ser obtidos recorrendo à opção 2: zero do menu CALCULATE. |
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Seleccionar a opção 4: maximum do menu CALCULATE. Depois de
definido um intervalo que contenha o máximo, premindo a tecla ENTER obtêm-se os valores
do máximo e do maximizante.
Seleccionar a opção 3: minimum do menu CALCULATE. Depois de definido um intervalo que contenha o mínimo, premindo a tecla ENTER obtêm-se os valores do mínimo e do minimizante. Seleccionar a opção 3: minimum do menu CALCULATE. Depois de definido um intervalo que contenha o mínimo, premindo a tecla ENTER obtêm-se os valores do mínimo e do minimizante. |
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4. Derivada de uma Função: Com a calculadora conseguimos calcular o valor da derivada de uma função num dado ponto do seu domínio.
Vamos calcular a derivada da função y = x2 em x = 0 e x = -1.
Teclas a Premir |
Descrição |
Ecrã |
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Visualizar o menu Y = .
Escrever em Y1 a expressão x2. |
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Seleccionar a opção 4: ZDecimal do menu ZOOM, sendo apresentado de imediato o gráfico da função. |
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Calcular a derivada da função no ponto x = 0. |
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Calcular a derivada da função no ponto x = -1. |
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Porém, existem casos em que a calculadora não determina correctamente o valor da derivada da função num ponto. Isto resulta de a calculadora determinar a derivada de uma função num ponto pelo método das diferenças simétricas. Este método considera para valor aproximado da derivada o declive da recta secante definida pelos pontos (x - h, f(x - h)) e (x + h, f(x + h)), isto é, o valor do quociente [f(x + h) - f(x - h)]/2h, com h positivo e o mais próximo possível de zero.
Como exemplo, calculemos a derivada da função y = lxl no ponto de abcissa x = 0.
Teclas a Premir |
Descrição |
Ecrã |
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Visualizar o menu Y = .
Escrever em Y1 a expressão abs(x). |
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Seleccionar a opção 4: ZDecimal do menu ZOOM, sendo apresentado de imediato o gráfico. |
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Calcular a derivada da função no ponto x = 0.
Obteve-se y'(0) = 0 para valor da derivada de y em x = 0. Note-se que a função y = lxl não tem derivada em x = 0, pelo que a calculadora apresentou uma resposta errada. |
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Neste exemplo, em x = 0 tem-se f(x - h) = f(x + h), para qualquer valor de h > 0. Então, [f(x + h) - f(x - h)]/2h = 0 e, em consequência, quando x tende para zero temos que [f(x + h) - f(x - h)]/2h tende também para zero, de onde sai y'(0) = 0, como foi apresentado pela calculadora.
5. Gráfico da Função Derivada:
Dada uma função f, definida por uma expressão algébrica, a calculadora não permite determinar a expressão algébrica que define a função derivada. Todavia, em relação ao gráfico da função derivada a situação é diferente. Recorrendo ao comando nDeriv(Y1,x,x) em que Y1 define a função f, x define a variável em relação à qual se pretende calcular a derivada e o segundo x estabelece a abcissa do ponto em que se determina a derivada da função, obtém-se a derivada da função em sucessivos pontos do intervalo do eixo dos xx, intervalo esse definido pela janela de visualização do gráfico. Finalmente, unindo os sucessivos pontos por segmentos de recta obtém-se um esboço do gráfico da função derivada de f.Como exemplo, vamos determinar um esboço do gráfico da função derivada de f(x) = x3- 2x.
Teclas a Premir |
Descrição |
Ecrã |
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Visualizar o menu Y = .
Escrever em Y1 a expressão x3 - 2x e colocar o cursor em Y2. |
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Visualizar o menu MATH e seleccionar a opção 8: nDeriv(.
Escrever a expressão Y1,x,x), em que Y1 define a função, x é a variável relativamente à qual vai ser calculada a derivada e o segundo x é o ponto em que vai ser calculada a derivada. |
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Seleccionar a opção 4: ZDecimal do menu ZOOM, sendo apresentados de
imediato os gráficos da função e da função derivada.
Observe-se que, sendo a função dada uma função cúbica, a função derivada é uma função quadrática que tem por gráfico uma parábola. |
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Repetindo o processo anterior, considerando agora a função derivada de f, obtém-se o gráfico da função segunda derivada de f. Usando a simbologia da calculadora, trata-se de escrever em Y3 a expressão nDeriv(Y2,x,x) e obter o seu gráfico.
Teclas a Premir |
Descrição |
Ecrã |
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Visualizar o menu Y = .
Colocar o cursor em Y3. |
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Visualizar o menu MATH e seleccionar a opção 8: nDeriv(.
Escrever a expressão Y2,x,x), em que Y2 define a função, x a variável relativamente à qual vai ser calculada a derivada e o segundo x é o ponto em que vai ser calculada a derivada. |
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Seleccionar a opção 4: ZDecimal do menu ZOOM, sendo apresentados de
imediato os gráficos da função, da função primeira derivada e da função segunda
derivada.
Observe-se que, sendo a função dada uma função cúbica, a função segunda derivada é uma função afim que tem por gráfico uma recta. |
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